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dc.contributor.authorRodrigues, Amanda Cantarute
dc.coverage.spatialPlanície de inundação do alto rio Paraná - Brasil.en_US
dc.coverage.spatialUpper Paraná River floodplain - Brazil.en_US
dc.coverage.spatialBrasil.en_US
dc.coverage.spatialBrazil.en_US
dc.date.accessioned2022-10-03T12:30:32Z
dc.date.available2022-10-03T12:30:32Z
dc.date.issued2022
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1834/42306
dc.description.abstractInvaded communities were evaluated under two contexts: 1) how native communities respond to massive introduction events and 2) how invaded communities change through time. A common topic was defined to represent the modifications in communities after invasion, the co-occurrence between species. The objective of this thesis was to answer three questions: 1) whether the impact caused by non-native species is determined by the level of similarity between native and non-native species; 2) whether the impact would have the same pattern through time; and 3) whether there is any attribute of the non-native species population that determines the level of the impact. The data set from the project Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD) performed at the Upper Paraná River floodplain (Sítio PELD/PIAP) was used to answer these questions.First, it was evaluated the non-native species effects on the co-occurrence between species after the invasion of more than 30 non-native fish species at once. It was tested if the functional dissimilarity between native and non-native species drives the co-occurrence patterns between them. After, it was estimated the co-occurrence in a time series of 30 years. The non-native species evaluated were introduced by several introduction vectors. It was tested if the non-native species abundance and time since introduction drive the co-occurrence between native and non-native species. The abundance was used as the attribute of non-native species population to test if the effect of abundance is mediated by the phylogenetic distance between species. The results found showed that the co-occurrence between native and non-native species is affected by functional and phylogenetic distance. Therefore, integrating functional and phylogenetic diversity to assess the spatial distribution of organisms has potential to improve the understanding of co-occurrence patterns between native and non-native species. The results also showed that co-occurrence patterns may be more sensitive to the temporal variability in non-native population attributes (i.e. abundance) than time since introduction. It was showed that evaluating patterns of several non-native species may provide a broader understating of the entire community after invasions.
dc.description.abstractAvaliou-se comunidades invadidas sob dois contextos: 1) como comunidades nativas respondem a eventos de introdução em massa e 2) como comunidades invadidas mudam no tempo. Definiu-se um tema comum para representar as modificações nas comunidades após a invasão, a coocorrência entre espécies. O objetivo desta tese foi responder três questões: 1) se o impacto causado pela espécie não nativa é determinado pelo nível de similaridade entre espécies nativas e não nativas; 2) se o impactoteria o mesmo padrão no tempo; e 3) se existe algum atributo da população de espécies não nativas que determina o nível do impacto. Utilizou-se o conjunto de dados do projeto Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD) realizado na planície de inundação do Alto Rio Paraná (Sítio PELD/PIAP) para responder essas questões. Primeiro, avaliou-se os efeitos de espécies não nativas na coocorrência entre espécies após a invasão de mais de 30 espécies de peixes não nativos de uma só vez. Testou-se se a dissimilaridade funcional entre espécies nativas e não nativas impulsiona os padrões de coocorrência entre elas. Após, estimou-se a coocorrência em uma série temporal de 30 anos. As espécies não nativas avaliadas são originárias de diversos vetores de introdução. Testou-se se a abundância de espécies não nativas e o tempo desde a introdução impulsionam a coocorrência entre espécies nativas e não nativas. A abundância foi utilizada como atributo da população das espécies não nativas para testar se o efeito da abundância é mediado pela distância filogenética entre as espécies. Os resultados encontrados mostraram que a coocorrência entre as espécies nativas e não nativas é afetada pela distância funcional e filogenética. Portanto, integrar diversidade funcional e filogenética para entender a distribuição espacial dos organismos tem potencial para melhorar a compreensão de padrões de coocorrência entre espécies nativas e não nativas. Os resultados também mostraram que os padrões de coocorrência podem ser mais sensíveis à variabilidade temporal nos atributos da população não nativa (i.e., abundância) do que o tempo desde a introdução. Mostrou-se que a avaliação de padrões de várias espécies não nativas fornece uma compreensão mais ampla de toda a comunidade após invasões.
dc.language.isoenen_US
dc.publisherUniversidade Estadual de Maringá. Departamento de Biologia. Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais.en_US
dc.relation.urihttp://nou-rau.uem.br/nou-rau/document/?code=4542en_US
dc.relation.urihttp://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/6887en_US
dc.subject.otherPeixes de água doceen_US
dc.subject.otherComunidades, Ecologia deen_US
dc.subject.otherInvasões biológicasen_US
dc.subject.otherDiversidade funcional e taxonômicaen_US
dc.subject.otherEspécies nativas e não nativasen_US
dc.subject.otherCoocorrênciaen_US
dc.titleCo-occurrence patterns in invaded communities: what drives the spatial distribution of native and non-native species?en_US
dc.title.alternativePadrões de coocorrência em comunidades invadidas: o que direciona a distribuição espacial de espécies nativas e não nativas?en_US
dc.typeThesis/Dissertationen_US
dc.description.degreePhDen_US
dc.format.pages76pp.en_US
dc.subject.asfaASFA_2015::F::Freshwater fishen_US
dc.subject.asfaASFA_2015::C::Communities (ecological)en_US
dc.subject.asfaASFA_2015::A::Alien speciesen_US
dc.subject.asfaASFA_2015::S::Species diversityen_US
dc.subject.asfaASFA_2015::F::Floodplainsen_US
refterms.dateFOA2022-10-03T12:30:33Z
html.description.abstractInvaded communities were evaluated under two contexts: 1) how native communities respond to massive introduction events and 2) how invaded communities change through time. A common topic was defined to represent the modifications in communities after invasion, the co-occurrence between species. The objective of this thesis was to answer three questions: 1) whether the impact caused by non-native species is determined by the level of similarity between native and non-native species; 2) whether the impact would have the same pattern through time; and 3) whether there is any attribute of the non-native species population that determines the level of the impact. The data set from the project Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD) performed at the Upper Paraná River floodplain (Sítio PELD/PIAP) was used to answer these questions.First, it was evaluated the non-native species effects on the co-occurrence between species after the invasion of more than 30 non-native fish species at once. It was tested if the functional dissimilarity between native and non-native species drives the co-occurrence patterns between them. After, it was estimated the co-occurrence in a time series of 30 years. The non-native species evaluated were introduced by several introduction vectors. It was tested if the non-native species abundance and time since introduction drive the co-occurrence between native and non-native species. The abundance was used as the attribute of non-native species population to test if the effect of abundance is mediated by the phylogenetic distance between species. The results found showed that the co-occurrence between native and non-native species is affected by functional and phylogenetic distance. Therefore, integrating functional and phylogenetic diversity to assess the spatial distribution of organisms has potential to improve the understanding of co-occurrence patterns between native and non-native species. The results also showed that co-occurrence patterns may be more sensitive to the temporal variability in non-native population attributes (i.e. abundance) than time since introduction. It was showed that evaluating patterns of several non-native species may provide a broader understating of the entire community after invasions.en_US
html.description.abstractAvaliou-se comunidades invadidas sob dois contextos: 1) como comunidades nativas respondem a eventos de introdução em massa e 2) como comunidades invadidas mudam no tempo. Definiu-se um tema comum para representar as modificações nas comunidades após a invasão, a coocorrência entre espécies. O objetivo desta tese foi responder três questões: 1) se o impacto causado pela espécie não nativa é determinado pelo nível de similaridade entre espécies nativas e não nativas; 2) se o impactoteria o mesmo padrão no tempo; e 3) se existe algum atributo da população de espécies não nativas que determina o nível do impacto. Utilizou-se o conjunto de dados do projeto Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD) realizado na planície de inundação do Alto Rio Paraná (Sítio PELD/PIAP) para responder essas questões. Primeiro, avaliou-se os efeitos de espécies não nativas na coocorrência entre espécies após a invasão de mais de 30 espécies de peixes não nativos de uma só vez. Testou-se se a dissimilaridade funcional entre espécies nativas e não nativas impulsiona os padrões de coocorrência entre elas. Após, estimou-se a coocorrência em uma série temporal de 30 anos. As espécies não nativas avaliadas são originárias de diversos vetores de introdução. Testou-se se a abundância de espécies não nativas e o tempo desde a introdução impulsionam a coocorrência entre espécies nativas e não nativas. A abundância foi utilizada como atributo da população das espécies não nativas para testar se o efeito da abundância é mediado pela distância filogenética entre as espécies. Os resultados encontrados mostraram que a coocorrência entre as espécies nativas e não nativas é afetada pela distância funcional e filogenética. Portanto, integrar diversidade funcional e filogenética para entender a distribuição espacial dos organismos tem potencial para melhorar a compreensão de padrões de coocorrência entre espécies nativas e não nativas. Os resultados também mostraram que os padrões de coocorrência podem ser mais sensíveis à variabilidade temporal nos atributos da população não nativa (i.e., abundância) do que o tempo desde a introdução. Mostrou-se que a avaliação de padrões de várias espécies não nativas fornece uma compreensão mais ampla de toda a comunidade após invasões.en_US


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